O 31º Grito dos Excluídos reuniu cerca de 10 mil pessoas no Centro do Rio.

Os movimentos sindicais, sociais, militantes e defensores(as) da democracia caminharam da rua Uruguaiana até a Praça Mauá.

A manifestação reuniu presidentes e militantes dos Sindicatos dos Bancários de Niterói, Rio de Janeiro e Teresópolis, além de representantes da Federa-RJ. O ato em defesa da democracia e Soberania Nacional aconteceu em todo o Brasil. No entanto, houve violência em Campos dos Goytacazes.

O presidente do Sindicato dos Bancários, Rafanele Alves, foi proibido de exercer a livre manifestação no domingo, dia 7 de setembro. Após ter autorização para participar do desfile da Independência no Centro de Eventos Populares Osório Peixoto (CEPOP), o presidente e militantes foram impedidos de caminhar com faixas, bandeiras e bolas.As cenas de repressão e violência foram praticadas pela Guarda Municipal. Eles disseram que a ordem partiu do prefeito do município, Wladimir Garotinho (Republicanos), que condicionou a participação do Sindicato à retirada de seus cartazes e, pasmem, até mesmo de suas camisas.

A Federa-RJ defende a democracia e a livre manifestação, que é um direito garantido na Constituição. “Nossa luta é por um país justo, livre e soberano”, explicou Adriana Nalesso presidenta da Federa-RJ.

No Rio, além da mobilização política, a manifestação contou com apresentações de atividades culturais.

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